quinta-feira, 7 de outubro de 2010
quarta-feira, 6 de outubro de 2010
Oficina de Wen-Do
Pedimos que as interessadas confirmem o mais rápido sua participação, já que as vagas são limitadas. No sábado e domingo pela manhã iremos fazer uma reuniao com interessadas em formar um coletivo de wendo e a participação de todas é também muito bem-vinda.Abaixo um pouco sobre a técnica.Qualquer dúvida, nos contatem.
Esperamos a tua participação!
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O Wen-Do é uma autodefesa que surgiu no Canadá nos anos 60, feito por mulheres e para mulheres. Reúne técnicas fáceis para que possam ser usadas de forma efetiva, sem necessidade de força ou condicionamento físico.Mas não se trata apenas disso; é uma prática que faz com que as mulheres reflitam sobre a violência de gênero em diversos aspectos (físicos, psicológicos, etc.) e, assim, aprendam a se prevenir e a se defender. É um espaço para o fortalecimento global das mulheres!
Sua Filosofia é que todas as pessoas têm o direito de viver uma vida livre de violência, ameaças e insultos – seja em situações extremas ou mesmo no dia-a-dia – pois isso não deveria “ser normal”. Assim, nossa meta é fazer do mundo um lugar seguro para uma mulher!
O Wen-Do é, acima de tudo, uma prática solidária!
Por que eu deveria praticar Wen-Do?
Eu ouvi dizer que são necessários muitos anos de treino para saber se defender. Não vai me dar uma falsa idéia de segurança? Não é pouco conhecimento para enfrentar o perigo?
Muitas mulheres se defendem sem conhecimento algum em defesa pessoal ou artes marciais. Usam apenas sua determinação ou o que lhes vêm à cabeça no momento, para escapar. O Wen-Do ajuda a desenvolver uma consciência a fim de prevenir os ataques. Ensina a usar vários tipos de estratégias, além de algumas técnicas físicas simples. Qualquer noção deste conhecimento já lhe pode ser útil. Não é um esporte, não requer força, velocidade ou agilidade. Aprendemos a manter a calma e identificar as saídas para cada tipo de situação. Durante os treinos, ao simularmos situações de violência, estamos apenas condicionando nosso corpo e nossa mente para reagir de determinada maneira ao sofrermos uma violência. Pode estar certa de que perigo maior é entrar em pânico e não saber o que fazer!
Praticando Wen-Do, vou ficar menos feminina? Significa que vou me tornar mais desconfiada e passar a odiar homens? Ou que vou ficar mais agressiva e procurar brigas?
Geralmente há um preconceito de que a defesa pessoal é ofensiva e agressiva. Associa-se a ela uma imagem de luta. Quando, na verdade, é apenas uma forma de protegermos o nosso espaço pessoal – seja ele físico ou psicológico (onde a violência é mais sutil e quase imperceptível).
No Wen-Do iniciamos um processo de construção de nossa segurança. Muito do que vivemos é porque não sabemos o que fazer para evitar, superar ou para acabar de vez com determinadas situações constrangedoras. O objetivo é aprender a identificar esses tipos de violência e saber escolher a alternativa que julgamos como melhor (física, verbal ou psicológica), de acordo com o grau de agressão que sofremos.
Resoluções do III Encontro de Mulheres
ENCAMINHAMENTOS GERAIS
O III Encontro de Mulheres UFRGS propõe aos participantes:
1. Fomentar e multiplicar os assuntos e encaminhamentos do III Encontro em outros espaços;
2. Acrescentar à plenária final um relato breve de cada GDT, que traga os encaminhamentos de maneira contextualizada;
3. Incluir no IV Encontro de Mulheres UFRGS um espaço de avaliação a ser decidido posteriormente pela Comissão Organizadora.
GD 01 – Prazer, sexo e subjetividade:
1. A luta pela liberdade e autonomia do corpo, das relações e das orientações sexuais;
2. A desconstrução do conceito de monogamia como sinônimo de relações felizes e a desconstrução da obrigatoriedade de relações monogâmicas e heterossexuais;
3. A luta por direitos laicos que contemplem a diversidade de organizações da família e das relações afetivas, sem a normatização institucional da monogamia e da heterossexualidade;
4. Maior discussão sobre sexo e prazer feminino como forma de emancipação das mulheres;
5. Fazer atividades para entender os componentes do patriarcado, estudos mais aprofundados sobre os feminismos;
6. Pensar um feminismo que incorpore as dimensões do prazer e do desejo nos debates e ações cotidianas, compreendendo-os como direitos tão fundamentais quanto os demais direitos humanos;
7. Trazer movimentos sociais mais para dentro do debate feminista; - APROVADO
8. Questionar a interferência das religiões na liberdade das mulheres; - APROVADO
9. Debater a autonomia feminina;
GD 03 – Cultura, arte e libertação
1. Atividades culturais que reúnam várias expressões de artes feministas e femininas, construídas com intuito de repensar o protagonismo e a representação da mulher na arte em geral;
2. Incentivo às formas de arte e cultura que não representam a mulher de maneira subjugada ou objetificada;
GD 04 – Saúde da mulher: o que o machismo tem a ver com isso?
1. Diálogo com estudantes e profissionais da saúde, conscientizando e instrumentalizando-@s para intervenção adequada, com acompanhamento, nos casos de violência;
2. Atuação conjunta entre os setores da saúde com outras áreas, formando redes de proteção e assistência à mulher (Ex: Direito – lei Maria da Penha);
3. Organização d@s participantes em seus espaços políticos para articulação com comunidades em situação de vulnerabilidade;
4. Moção de repúdio a implementação do projeto de lei do estatuto do nascituro e bolsa estupro;
5. Proporcionar espaços de diálogos para fomentar o tema da saúde da mulher;
6. Contato com outros grupos políticos para juntamente construir a atividade no dia 29 de setembro, dia latino-americano pela descriminalização do aborto;
7. Incluir as especificidades relativas à saúde da mulher lésbica na formação d@s profissionais desta área;
8. Estimular o debate sobre parto normal, natural e formas alternativas de parto;
9. Aprimoramento junto à grupos de atendimento à saúde, de investigações da influência do machismo nas doenças psicossomáticas.
GD 05 – Homens e feminismo
1. Criar um GDT permanente e virtual, com posteriores encontros presenciais para debater textos;
2. A organização de uma campanha “homens podem ser feministas”, visual, cotidiana, que nos contemple em uma ação dentro e fora da universidade.
segunda-feira, 14 de junho de 2010
Programação do III EMUFRGS
22h Festa de Abertura
Show com integrantes das bandas Electric Mind & Acustic Hearts e A Red So Deep e discotecam: "Apresentando o Riot Grrl"
66 pub, Lopo Gonçalves, 66
R$ 4,00 com Flyer e para tod@s @s inscrit@s no III Encontro.
18:30 - MESA 1 - "Mulheres: Identidades Distintas, Opressões Somadas"
Palestrantes: Movimento LGBT
Marietti Fialho - Músicista e Ativista Cultural
Mediadora: Bruna Rossi Koerich - Coletivo de Mulheres UFRGS
SÁBADO, 19/06
9H - MESA 2 - "Movimento de Mulheres, Políticas Públicas e Emancipação Feminina"
Palestrantes: Aline Bonetti – Antropóloga, trabalhou no IPEA e Professora Substituta da UFRGS
Nina Tonin- Coordenação Nacional do MST
Kátia Carolina Meurer Azambuja - Licencianda em Ciências Sociais/Coletivo de Mulheres UFRGS
Mediadora: Martha Stone Jacondino - Coletivo de Mulheres UFRGS
ALMOÇO (12h as 13h30)
OFICINA ARTISTICA (13h15 as 13h45)
14h às 17h
GRUPOS DE DISCUSSAO E TRABALHO
1. "Prazer: Sexo e Subjetividade"
Facilitadora: Ângela Figueiredo (Psicóloga e professora da PUC/RS)
2. “Economia alternativa: o trabalho pelas mãos femininas”
Facilitadora: Ana Hanauer (Coordenação Nacional do MST)
3. “Cultura, Arte e Libertação”
Facilitadora: Marietti Fialho - Músicista e Ativista Cultural
4. “Saúde da Mulher: O que o Machismo tem a ver com isso?"
5. “Homens e feminismo”
Facilitador: Diego "Dresch" R. Hoch de Menezes (Sociólogo e integrante do Coletivo de Mulheres UFRGS)
17h às 18h
ENCONTRO DE GRUPOS FEMINISTAS
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quarta-feira, 9 de junho de 2010
Encontro de Grupos Feministas dentro do III EMUFRGS
Temos o intuito de aproveitar o III Encontro de Mulheres UFRGS para conhecermos os grupos feministas que temos em Porto Alegre e no RS (e quem mais vier).
Para que possamos nos articular, formar uma rede de contribuição entre os grupos.
A idéia é que todas as pessoas que estejam no encontro e queiram participar fiquem a vontade, mas o objetivo é a troca de contatos e experiências (e também divulgação) dos gurpos.
Esperamos por tod@s!
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